Nem só de competição vivem os atletas do XX Mundial de Atletismo Masters. Integração, troca de culturas e muita diversão marcam as tardes dos veteranos na tenda montada ao lado da pista do Centro Estadual de Treinamento Esportivo. Músicas de diversos países da América Latina tocam no ambiente. O local vira um ponto de encontro dos esportistas e todos estão convidados para entrarem na festa e dançarem em um momento de descontração.

Enquanto alguns se concentram nas competições -  e recebem massagens - outros procuram fazer amizades. A corredora argentina de 800 metros, Claudia Sclauzero, estava sentada em um sofá com outros compatriotas e alguns novos amigos. “A integração é a parte mais importante do Mundial. Estou aqui com meu mate e trouxe música argentina para tocar também”, contou.

Até mesmo campeões procuram a animação. O eslovaco Vicent Basista, campeão das provas de 5 e 10 quilômetros e Cross Country, na categoria até 75 anos, tentava passos desajeitados para conseguir se entrosar com os chilenos.  No momento, os atletas do Chile estavam tomando conta da pista de dança. “Os sul-americanos são muito simpáticos, estou muito feliz aqui. Todos são muito animados”, relatou sorrindo.

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O eslovaco Vicent Basista (E) com uma roupa da Colômbia./Foto: Lucas Abati

A busca de novas culturas é um diferencial que todos buscam. O australiano Donald Chambers falou sobre suas viagens em competições de atletismo ao redor do mundo. “O mais legal é descobrir pessoas em uma competição e rever elas na próxima disputa. Assim fica fácil conhecer outras culturas e o mundo. Achei a perfeita combinação de vida saudável e meu hobby [viajar]”, falou.

O Mundial de Atletismo Masters é um lugar perfeito para as pessoas participarem de uma competição e - ao mesmo tempo - se divertirem. Além de unir diferentes nações, o evento reúne pessoas de diferentes idades. Muito se pode aprender com as experiências de vida dos atletas. 

Confira a reportagem do Portal de Jornalismo
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