As jornalistas Anik Suzuki, Cátia Bandeira e Cláudia Aragón, juntamente com o publicitário Rodrigo Hoffman, participaram de um painel sobre Novos Negócios em Comunicação Corporativa, realizado no terceiro dia da 6ª Semana do Jornalista da ESPM-Sul.
Com 15 anos de experiência no mercado jornalístico, Anik Suzuki foi diretora de marketing e comunicação do Grupo RBS, saindo de lá para criar a ANK. A empresa, especializada em gestão de reputação, tem uma metodologia contemporânea com o objetivo de acompanhar o momento atual, que é de grandes exigências. “Estamos num momento de reinvenção da profissão e a comunicação corporativa pode fazer o Rio Grande do Sul evoluir”, comentou Anik. 
A diretora da CDN Sul, Cátia Bandeira, se mostrou muito orgulhosa em poder compartilhar as suas experiências e construções com os alunos da ESPM neste ano. Antes de se tornar a sede da região sul da CDN, a empresa era conhecida como BH. “A CDN trouxe diferentes processos e procedimentos, além de clientes de todos os segmentos”, disse Cátia. Este ano a CDN Sul é a empresa madrinha do curso de jornalismo da ESPM, o que dá muito orgulho à jornalista: “Nós compartilhamos o que construímos e aprendemos muitas coisas com vocês”.
Escritora, jornalista e gestora de conteúdo, Cláudia Aragón, mistura o jornalismo com planejamento estratégico e conta histórias verdadeiras de empresas. “Falamos de tradição, passado e geração após geração e é isso que queremos que aconteça com as marcas”, contou a diretora de conteúdo da Believe It!. Segundo Cláudia, seu trabalho tem muitas características do jornalismo tradicional, pois ela procura as mesmas evidencias que em uma matéria.
Diretor da empresa de comunicação corporativa Joker, Rodrigo Hoffman tem uma metodologia diferente, com metas estabelecidas e um horário de trabalho mais flexível. Um de seus clientes mais importantes é o jogador Ronaldinho Gaúcho, que lhes forneceu destaque em marketing esportivo. “Mesmo sendo uma empresa pequena, Ronaldinho nos colocou em uma situação global” diz o publicitário.
Os profissionais concordaram sobre a importância de uma equipe multidisciplinar para atender todas as demandas e também sobre o argumento que mais conquista todos os clientes: o resultado. As opiniões sobre a relação da comunicação corporativa com o jornalismo não foram tão consensuais, Cláudia e Anik disseram que mesmo não estando em uma área tradicional do jornalismo, ainda são jornalistas; já para Cátia, a comunicação corporativa não é uma atividade jornalística.
O mercado da comunicação corporativa conta com 600 agências brasileiras, e movimentou R$ 2 bi no país em 2014. Segundo Cláudia, tudo está mudando muito rápido e coisas novas acontecem o tempo todo. Anik ainda vai além, e afirma que o jornalismo precisa de menos fronteiras: “A gente está em um momento de abrir oportunidades no mercado”.

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